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E TODOS CONTINUAM ERRADOS!

Altíssimos investimentos realizados em compra de sistema de CFTV, busca incessante por novas tecnologias de segurança, instalações de barreiras físicas, blindagens de portaria e tudo mais que for possível. 

Mas, o mais importante, quase sempre é esquecido: o funcionário condominial. Podemos realizar uma comparação metafórica, seria o mesmo que as companhias áreas investirem milhões em modernização de aeronaves e não prepararem seus pilotos para situações emergenciais.
Descrevendo desta forma parece óbvio, porem infelizmente não é. Este erro é cometido frequentemente por Síndicos e Conselheiros, e muitas vezes ratificados por todos em Assembleia.
Os números demonstram que mais de 95% dos arrastões a condomínios ocorrem com entradas autorizadas. Ou seja, o porteiro, o zelador ou o faxineiro (que muitas vezes cobre a portaria) aperta o botão e abre o portão de pedestres ou de veículos, jogando pelo ralo todo o investimento realizado em equipamentos e sistemas de segurança e, pior, deixando os moradores totalmente expostos à ação dos bandidos.
Sendo assim, de nada serve investir em equipamentos? Lógico que serve! Porém, de nada irá adiantar se o profissional responsável pelo controle de acesso autorizar a entrada de um bandido.
Algumas informações muito importantes sobre os funcionários de um condomínio: 1) Salários maiores atrairão profissionais mais capacitados; 2) Treinamento constante é primordial para que cada funcionário execute sua função corretamente e mantenha o condomínio seguro; 3) O Zelador é a pessoa mais importante do condomínio, ele deve ter perfil de liderança, ser confiável e possuir conhecimento técnico; 4) Um profissional mal selecionado trabalhando no condomínio coloca a vida de todos em risco; 5) Funcionários desmotivados não cumprem corretamente suas funções e, consequentemente, deixam o condomínio vulnerável.
Portanto, o ideal é que a equipe de profissionais passe por uma seleção rigorosa e seja reavaliada semestralmente. Estes devem receber salários adequados ao nível de exigência da função e ao padrão do condomínio. 

Pequenas economias podem gerar enormes diferenças de capacitação e rendimento. Por fim, o condomínio deve ter todos os procedimentos previstos e a equipe deve ser treinada trimestralmente para executá-los da maneira correta. Por Ricardo Karpat, diretor da Gábor RH

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